Procurar:
Buscador avançado
Procurar
  English
  Español
  Français
  Italiano
Português
INÍCIO PROCURAR CONTATO
ACESSOS
Apresentação
Os títulos dos membros
O Cartel
O passe
RadioLacan.com
Lacan Quotidien
LC Express
LC Express
EFP
FAPOL
As Escolas » Os títulos dos membros
OS TÍTULOS DOS MEMBROS
COMISSÃO DA GARANTIA
O DISPOSITIVO DO PASSE
Las Escuelas
 
OS TÍTULOS DOS MEMBROS

Os membros das escolas que exercem a psicanálise podem-no fazer:

- Como membros da Escola, admitidos como tais, sob a responsabilidade do Conselho e tendo declarado exercer a função de analistas. São inscritos no Anuário com a menção AP (analistas praticantes).

- Como AME (analistas membros da Escola), título outorgado e sob o qual são inscritos, enquanto uma comissão ad hoc, chamada comissão de garantia, os avalizou como surgidos da formação que a Escola dispensa.

Como AE (analista da Escola), título outorgado por três anos àqueles que, no fim do procedimento do dispositivo do passe, são julgados pela instância responsável – o cartel do passe – como susceptíveis de testemunhar sobre os problemas cruciais da psicanálise frente à comunidade analítica.

O texto de referência mais importante sobre os títulos dos membros das Escolas é A Proposição do dia 9 de outubro de 1967 sobre a psicanálise da Escola. Nele Lacan expõe:

(...) um princípio: a psicanálise somente se autoriza a partir de si mesma. Este princípio está inscrito nos textos originais da Escola e decide sua posição. Isto não exclui que a Escola garanta que um psicanalista surja de sua formação. Ela pode fazê-lo por sua própria conta. E o analista pode querer essa garantia; se assim ocorrer somente pode ir além: tornar-se responsável pelo progresso da Escola, tornar-se psicanalista de sua própria experiência.

Vendo sob essa perspectiva, reconhece-se que daqui por diante respondem a estas duas formas:

I. O AME ou analista membro da Escola, constituído simplesmente pelo fato de que a Escola o reconhece como psicanalista que provou ser tal. Esta constitui a garantia, distinguida primeiro, proveniente da Escola. A iniciativa corresponde à Escola, na qual é admitido com base em um projeto de trabalho e sem levar em conta procedências ou qualificações. Um analista-praticante somente está registrado nela no começo, como ocorre quando se inscreve como médico, etnólogo e tutti quanti.

II. O AE ou analista da Escola, ao qual se imputa estar entre os que podem testemunhar sobre os problemas cruciais, nos pontos candentes, em que estes se encontram para a análise, especialmente na medida em que eles mesmos têm a tarefa, ou, pelo menos, estão no rumo, de sua resolução. Este lugar implica querer ocupá-lo: somente se pode estar nele por tê-lo demandado de fato ou de forma.

Fica estabelecido, pois, que a Escola pode garantir a relação do analista com a formação que ela dispensa. Pode e, portanto, deve.

 

AS ESCOLAS
DA AMP >>
EBP ECF ELP EOL NEL NLS SLP